Plataforma marinha de extração do Petróleo.
Após a Segunda Guerra Mundial, as nações que há pouco foram re-colonizadas, ganham o direito de produzir seus próprios recursos naturais. Assim, as Companhias Ocidentais tiveram que abrir mão de suas explorações em territórios que não lhe pertencessem. No entanto, os Estados Unidos, ofereceu à Arábia e, posteriormente ao Bahrein, Iraque e ao Kuwait, que o petróleo dali extraído seria produto de lucro de 50/50 para os dois países, já que a Arábia não possuía tecnologia suficiente para fazer essa extração e manter as refinarias.
Em algumas nações, como no Irã, houve
contestações. As petrolíferas pertencidas á Inglaterra foram nacionalizadas. Os
britânicos ao serem prejudicados, criam um bloco á favor das exportações de
Petróleo. Após quatro anos, os estadunidenses não só afastam os britânicos ,
como assumem o controle do petróleo iraniano.Em 1960, os maiores produtores de petróleo do
mundo que sofriam com a nova exploração, criaram a Organização dos Países
Exportadores de Petróleo (OPEP). O objetivo da Organização era permitir aos
países produtores de Petróleo, exercer soberania sobre a produção e as dessa
matéria em sua nação. Contudo, o mercado internacional era dominado pela
indústria das “Sete Irmãs”.
Somente uma década após a criação da Organização, os países conseguiram o poder que desejavam. Após um acidente entre a Arábia e o Mar Mediterrâneo, foram perdidos cerca de 5 mil barris por dia e o preço do produto teve que subir. A OPEP percebeu seu valor e continuou com as nacionalizações.
Indignados por correrem o risco de serem meros compradores de petróleo, as indústrias ocidentais travam o acordo de “Partilha da Produção”.
Em 1973, ocorre o primeiro choque petrolífero, a Guerra do Yom Kipur. A OPEP elevou o preço dos barris em 70% e limitou sua produção. Os países produtores passaram a controlar o mercado, tendo a capacidade de ditar os preços do produto. Possuem ainda hoje, poderio sobre o refinamento, o transporte e a comercialização.
Somente uma década após a criação da Organização, os países conseguiram o poder que desejavam. Após um acidente entre a Arábia e o Mar Mediterrâneo, foram perdidos cerca de 5 mil barris por dia e o preço do produto teve que subir. A OPEP percebeu seu valor e continuou com as nacionalizações.
Indignados por correrem o risco de serem meros compradores de petróleo, as indústrias ocidentais travam o acordo de “Partilha da Produção”.
Em 1973, ocorre o primeiro choque petrolífero, a Guerra do Yom Kipur. A OPEP elevou o preço dos barris em 70% e limitou sua produção. Os países produtores passaram a controlar o mercado, tendo a capacidade de ditar os preços do produto. Possuem ainda hoje, poderio sobre o refinamento, o transporte e a comercialização.




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